1. A Promessa do Treino
Motivar-se ou não se motivar? A motivação para fazer um treino nunca é adquirida, todos sabemos disso. Correr é inventado dia após dia. Quando agendamos uma sessão, é uma promessa que é feita a nós mesmos.
Então é nossa mente e todo o nosso corpo que está pronto para ação. Esta promessa pertence apenas ao corredor e a si mesmo. Este é o começo de toda a prática.

2. O ritual dos atacadores
Neste exato momento, já estamos prontos, prontos para enfrentar o lado de fora e dar 100% na nossa saída. Às vezes, no entanto, tem que lidar com preguiça. Mas quando os nossos dedos treinados perceberam esse gesto que conhecemos de cor, é que o mais difícil foi feito.

Existem várias técnicas: atar o nó duplo um pé após o outro, ou colocar os dois pés antes de se preocupar com os atacadores. Os detalhes? Certamente. Mas a vida de um corredor é feita destes pequenos gestos. Quando os nós duplos estão apertados, o corredor levanta-se. Está pronto.

3. As primeiras gotas de suor
Quando começamos a nossa corrida, muitas vezes no início, não sentimos o suor

Então o corredor começa a duvidar, ele não vai rápido o suficiente? Não é forte o suficiente? E então a temperatura do corpo começa a subir. A testa fica cada vez mais húmida, aquece-se e então as primeiras gotas de suor são sentidas.

É tão importante molhar a camisa? É mesmo. Suar (quase) sempre estabelece outra relação com o mundo. Imediatamente nos sentimos mais leves, mais livres,como se o peso do mundo (que pensamos que carregamos nos seus ombros) caísse e tudo (re)se tornasse possível.

4. O sentimento de dever cumprido
E que sentimento! Aquele que diz “eu fiz!”, para sentir orgulho de si mesmo, mesmo que seja apenas depois de alguns quilómetros. Você se sente acalmado, leve. Nada é mais reconfortante do que a sensação de dever cumprido.

Nosso corpo respira, a mente é aliviada de seu incómodo e velas, livre de qualquer obstáculo. Sentimento de total plenitude. Correr é um território misterioso …

5. Relaxamento do chuveiro quente
Ritual quase inseparável da saída em execução,os dez a quinze minutos após o treino obedecem a uma certa lógica. As pernas estão cansadas… Às vezes é até difícil desfazer esse nó duplo. E depois está a ir para o chuveiro…

O banho quente, especialmente no inverno, é uma consagração total. Os músculos se soltam, há alguma flexibilidade e o corpo se acalma.

“Finalmente, não foi tão ruim”, disse o corredor.